Atendimentos individuais para crianças, adolescentes e adultos. Um espaço de escuta e elaboração que favorece novos sentidos e possibilidades de viver.
Supervisão Clínica para psicólogos. Supervisão clínico-institucional de equipes interdisciplinares em saúde. Espaço de reflexão, sustentação e amadurecimento profissional.
Rodas de danças, encontros e vivências que promovem conexão, integração e bem-estar na relação consigo, com o outro e com o mundo.
Espaços de escuta, acolhimento e elaboração clínica estruturados para acompanhar o seu tempo e a sua rotina.
Espaço acolhedor e sigiloso de escuta individual para crianças, adolescentes e adultos, com ambiente preparado para o processo de cuidado e autoconhecimento.
Sessões por videochamada com flexibilidade de horários, plataformas seguras e o mesmo rigor de sigilo do presencial, sem necessidade de deslocamentos.
Ao longo de quatro décadas como psicóloga, minha trajetória profissional foi se construindo em diferentes espaços de cuidado, formação e inserção profissional. A clínica, presente desde o início desse percurso, foi se articulando ao ensino, à supervisão e à experiência no SUS. Sou psicóloga clínica, psicanalista winnicottiana e focalizadora de Danças Circulares, e reconheço nesses diferentes campos uma mesma atenção às condições que favorecem experiências significativas de cuidado e amadurecimento.
Minha experiência no SUS, ao longo de vinte anos, envolveu assistência, formação e supervisão, matriciamento e gestão, em diferentes serviços e contextos da rede municipal de saúde. No ensino superior, atuei por quinze anos na formação de psicólogos e na supervisão de estágios clínicos e clínico-institucionais. Essas experiências ampliaram meu interesse pelo desenvolvimento de intervenções que considerem tanto a singularidade dos sujeitos quanto os contextos relacionais e institucionais em que o cuidado acontece.
Desde 2013, atuo na formação e supervisão de profissionais do SUS/SP para o desenvolvimento de intervenções com Danças Circulares como recurso de promoção de saúde e cuidado na Atenção Primária à Saúde e em serviços especializados de Saúde Mental e Reabilitação. A experiência com as Danças Circulares ampliou meu trabalho com o corpo, o movimento e a experiência coletiva, sem se afastar dos princípios que orientam minha prática clínica: presença, encontro, escuta, sustentação e respeito à singularidade.
Ao olhar retrospectivamente para esse percurso, reconheço uma questão que atravessa diferentes experiências e contextos: compreender quais condições favorecem que cada sujeito possa se apropriar de sua experiência, construir autonomia e encontrar modos singulares de ser no mundo. Não se trata de oferecer caminhos prontos, mas de sustentar condições para que cada pessoa possa criar, escolher e construir os seus próprios caminhos, em relação com os outros e com as circunstâncias de sua vida.